O atual governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), está reeleito e governará o Estado por mais quatro anos.
Com 100% das seções eleitorais apuradas às 20h05, o TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) aponta que Riedel foi vitorioso no primeiro turno, alcançando 67,07% dos votos válidos (um total de 914.323 votos). A última eleição cravada em primeiro turno em Mato Grosso do Sul ocorreu em 2010, com André Puccinelli eleito naquele pleito, com 55,9% dos votos.
O segundo colocado na disputa, Fábio Trad (PT), obteve 23,68% dos votos, um total de 322.807 eleitores. A vitória nas urnas referenda a continuidade da gestão do grupo que comanda o Estado há 12 anos.
O Estado teve 80.522 mil votos em branco, um total de 5,23% e 95.189 votos nulos, num total de 6,19%. Ao todo, 1.539.009 compareceram às urnas e 482.860 se abstiveram, num total de 23,88%.
Quem é Eduardo Riedel, reeleito governador de Mato Grosso do Sul
Carioca de nascimento, Eduardo Riedel é filho de mãe sul-mato-grossense e de pai carioca. É casado com Mônica e tem dois filhos, Marcela e Rafael.
Formou-se em Ciências Biológicas pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), com mestrado em Zootecnia pela Unesp (Universidade Estadual Paulista) e especializações em Gestão pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e em Gestão Estratégica pelo Insead (Instituto Europeu de Administração de Empresas), na França.
A trajetória do político foi construída no agronegócio. Após assumir a propriedade rural da família, aprofundou estratégias de tecnologia e sustentabilidade.
A atuação o levou à presidência do Sindicato Rural de Maracaju, à presidência da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de MS) e à diretoria da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).
O ingresso no serviço público ocorreu em 2015, como secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica e secretário de Infraestrutura.
Em 2022, disputou sua primeira eleição e foi eleito governador no segundo turno, com 56,90% (808.210 votos), sucedendo Reinaldo Azambuja.
Na época, ambos ocupavam o ninho tucano, mas, em 2025, deixaram o PSDB para integrar o Progressistas e o PL, que hoje é presidido por Reinaldo em MS.
Fonte: Midiamax










