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Homem é preso suspeito de estuprar quatro sobrinhas em Dourados

Homem de 20 anos foi encaminhado à PED (Penitenciária Estadual) suspeito pelo crime de estupro de vulnerável contra quatro sobrinhas em Dourados. A prisão dele ocorreu no dia 26 de abril, mas divulgada apenas nesta segunda-feira (3/5) pela DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher), quando concluído o Inquérito Policial.

De acordo com as informações apuradas pelo Dourados News, o rapaz teria cometido os atos contra jovens de 13, 10, sete e cinco anos.

Em janeiro, a menina mais nova relatou o caso aos pais, que procuraram a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) para denunciar o abuso.

A investigação foi encaminhada à DAM e ao saber que o rapaz havia deixado a cidade, a delegada Paula Ribeiro representou pela prisão preventiva dele.

Após várias tentativas do cumprimento do mandato, o homem se apresentou à polícia no dia 26 na companhia de advogados e não quis se pronunciar. Logo em seguida, acabou encaminhado para a penitenciária.

Agora, o inquérito será enviado à Justiça com denúncia de estupro de vulnerável e crime descrito no artigo 241-D do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), nos incisos I e II, que tratam sobre “aliciar, assediar, instigar ou constranger, por qualquer meio de comunicação, criança, com o fim de com ela praticar ato libidinoso”, com agravante de facilitar o acesso da criança a material contendo cena de sexo explícito ou pornografia com o fim de praticar ato libidinoso contra ela e induzi-la a se exibir de forma pornográfica ou sexualmente explícita.

A pena para o crime varia de 1 a 3 anos de prisão e multa.

Há tempos

Conforme as investigações, os abusos contra os sobrinhos ocorriam há anos, quando o suspeito ainda era menor de idade.

De acordo com os relatos apresentados pelas vítimas, ele fazia com que elas assistissem pornografia enquanto passava as mãos nas partes íntimas das crianças, chegando a deixa-las nuas. Em alguns casos, houve a pratica de conjunção carnal.

Durante a apuração dos fatos, a psicóloga Regina Célia ouviu as vítimas e elaborou laudo que foi juntado a investigação.